Como manter o orçamento em dia morando sozinho?

05/12/2018 - 17:03:00.

Se você mora sozinho deve se preocupar em como manter o orçamento em dia.  Há muitas responsabilidades envolvidas na decisão de morar sozinho. Seja você jovem, que pretende deixar a casa dos pais ou até mesmo adulto, que está se programando para estruturar um lugar próprio, a regra é não perder de vista o orçamento financeiro. Confira as dicas para manter o orçamento em dia morando sozinho.

Orçamento para morar sozinho. 

Confira as dicas de orçamento para morar sozinho. A boa notícia é que dá para equalizar os custos fixos, as despesas e os gastos variáveis sem ficar no aperto. Se você quer colocar em prática o seu plano de independência, veja agora alguns passos simples e comece já!

1 – Identifique o tamanho do orçamento.

O tamanho do orçamento inicial de quem pretende ir morar sozinho pode variar de acordo com algumas situações:

  • Você é um jovem que ainda mora com os pais e não tem despesas que recaiam sobre a sua renda;
  • Você é um adulto e já tem responsabilidades que comprometem parte do seu salário.

Nos dois casos, a única diferença é a forma de realizar o planejamento financeiro. Mas, em ambas as situações, é necessário colocar todos os gastos no papel. Assim, você pode identificar o tamanho do seu orçamento. Isso é importante para que você visualize com total segurança como está sua vida financeira e possa se preparar melhor antes de arcar com todas as responsabilidades e despesas de morar sozinho.

2 – Busque o lugar ideal.

É importante entender que os termos “aluguel”, “condomínio”, “IPTU”, “taxa do gás”, entre outros, passarão a fazer parte do seu vocabulário mais frequente. E cada um desses itens ocupa boa parte do orçamento para morar sozinho.

Quando estiver buscando o seu lugar ideal, a primeira dica é avaliar alguns pontos que encarecem os custos totais do imóvel como:

  • Localização – cada bairro tem uma política de valorização. Não é difícil identificar imóveis com as mesmas características que possuem aluguéis completamente discrepantes. Faça uma boa pesquisa e identifique os locais que oferecem a estrutura que você precisa, dentro do valor que cabe no seu planejamento.
  • Casa ou apartamento – definir isso ajuda a prever a incidência de uma despesa bastante importante: o condomínio. Mas, em geral, se essa não for sua escolha, você pode se livrar dessa despesa ao optar morar em uma casa comum.
  • Impostos – acostume-se em ouvir no começo de cada ano a sigla IPTU. Esse imposto é comumente afixado aos contratos de aluguel. Ele incide sobre a unidade predial (casa ou apartamento) e também sobre o box da garagem (no caso de prédios). O valor do imposto varia de acordo com o imóvel.

Assim que você encontrar um lugar para chamar de seu, informe-se previamente sobre todas as despesas de consumo que podem ocorrer: gás, água, energia elétrica ou qualquer outra dessa natureza.

E mais importante. Quando alugar um imóvel, saiba que terá que devolvê-lo no final do contrato no mesmo estado de conservação que encontrou, incluindo a pintura das paredes.

3 – Escolha os móveis que cabem no seu orçamento.

Agora que você já encontrou o seu espaço e começou a entender como organizar o orçamento para morar sozinho, chegou a hora de pensar nos móveis e eletrodomésticos que precisará para iniciar a sua vida independente.

Se você mora na casa dos seus pais, faça uma seleção do que você poderá levar consigo. Verifique o que já tem e que ainda está em bom estado. Liste os itens que já possui e os que precisará adquirir.

Se precisar comprar coisas novas, vale a pena pesquisar preços em lojas físicas e online. Se der para esperar, aproveite as ofertas e promoções pontuais que acontecem ao longo do ano, incluindo aquelas de troca de mostruário.

Seguindo todas essas dicas, é possível fazer uma bela economia no orçamento para morar sozinho e decorar sua casa.

4 – Prepare-se para a mudança.

No dia da mudança, todo cuidado é pouco para evitar surpresas. No seu orçamento para morar sozinho, devem estar previstos os gastos que terá com o caminhão de mudanças e com a mão de obra para carregar todas as coisas.

Além de levar os seus pertences para a casa nova, você terá que se preocupar com as instalações do seu novo endereço.

Se planeje com antecedência para verificar o fornecimento de água, energia elétrica, gás e internet. Fique atento, pois é muito comum que as companhias cobrem taxas de religamento ou de transferência do serviço de um local para outro.Coloque esses custos no seu orçamento para morar sozinho.

5 – Faça um open house com chá de cozinha.

Um orçamento para quem está indo morar sozinho, geralmente, fica um pouco apertado nos primeiros meses. Os gastos com mudança, pagamento de taxas, instalações, entre outros, pesam um pouco e exigem precaução.

Mas, não dá para adiar a compra de utensílios como copos, panelas, toalhas e lixeiras. Então, que tal convidar os amigos para um open house com chá de cozinha? Esse é um jeito divertido de apresentar a nova casa e ainda ganhar de presente todas as coisas essenciais para o início da vida independente.

Os itens que faltarem podem ser adquiridos pouco a pouco. Assim, não vão ocupar uma parte importante do orçamento. Pode ser que leve mais tempo, mas tenha em mente que montar uma casa completa exige um período de adaptação.Esse tempo é necessário para que você verifique, inclusive, o que de fato vai precisar na sua rotina.

6 – Questões importantes a considerar.

Esse tópico não tem um item específico para ser observado. São muitas as conquistas em manter um lar de forma independente. Mas, o que ninguém te conta é que as regalias de ver alguém fazendo as coisas por você vão acabar. Então, você vai precisar organizar o seu manual de sobrevivência particular.

Organizar a casa passará a ser uma tarefa exclusivamente sua. Se fizer um pouquinho por dia, ficará mais fácil de manter a ordem. Mas, não se engane, será preciso fazer uma boa faxina periódica.

Além disso, pense que se programar para manter o seu lar bem organizado pode lhe render uma boa economia no orçamento para morar sozinho. Por exemplo: se você acumular as roupas para passar de uma única vez, poupará dinheiro com energia elétrica.

Saindo do quesito “limpeza e organização”, agora é o momento de pensar a respeito dos gastos com TV a cabo, academia, celular, entre outros.

Você é quem estará responsável por suas contas agora. Por isso, proponha negociação para preços mais baixos. Principalmente, nos serviços que ainda serão assinados, pois, em geral, eles envolvem uma fidelização pelo período de um ano.

Tenha tudo isso bem mapeado no seu orçamento para que o seu primeiro ano morando sozinho não se torne motivo para preocupação.

E claro, não se esqueça de colocar no orçamento uma reserva destinada para a diversão! Não precisa cortar o cineminha, balada e barzinho. Afinal, a vida de quem decide morar sozinho não precisa ser monótona, mas sim, bem planejada!

7 – O mercado nosso de cada dia.

Alimentos, bebidas, produtos de higiene e limpeza envolvem custos pesados no orçamento para morar sozinho. Os gastos no mercado devem receber atenção especial.

Não deixe de ir ao mercado com uma lista e evite cair na armadilha do consumo de guloseimas ou comidas prontas. Prefira comprar alimentos para serem preparados em casa.

8 – Vai ter um pet?

Um cachorrinho ou um gatinho divertem a vida de quem mora sozinho. Se você gosta de animais e quer ter um para chamar de seu, é preciso saber que mantê-los vai lhe demandar tempo e dinheiro.

Sim! Tempo, porque você precisará se dedicar para fazer coisas divertidas com ele. E dinheiro, porque ele vai precisar de banho e, também, de tosa (dependendo da raça), alimentação, vacinas, etc.

Atendimentos de urgência e emergência custam caro e podem desequilibrar o seu orçamento. Estar um passo à frente pode lhe dar uma boa folga nas finanças. Afinal, você quer cuidar bem do seu bichinho.

Mas, antes de contar com a companhia de um novo amiguinho, não se esqueça de perguntar se o seu condomínio aceita pet.

9 – Vale a pena fazer seguro residencial?

Depois de ir morar sozinho, você vai começar a se preocupar mais em proteger tudo o que se dedicou tanto para conquistar. Fazer um seguro residencial é uma forma de ficar tranquilo no caso de uma eventualidade ou em casos mais graves como incêndios e outras ocorrências.

Outra facilidade que vem junto com os seguros residenciais é o atendimento profissional de manutenção. Você pode precisar de uma hora para outra da mão de obra especializada de encanadores, eletricistas e chaveiros. Saiba que alguns seguros incluem essas facilidades na cobertura.

Quanto custa um seguro residencial? Em geral, o valor do seguro fica em torno de 0,4% do valor do imóvel. Antes de decidir, você pode contar com os serviços de uma corretora para fazer a cotação e, assim, ajudá-lo a colocar todos os custos na ponta do lápis.

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